terça-feira, 10 de janeiro de 2012

10.01.2012 - 7º dia - Peruíbe a Curitiba - 333 km

Começamos o dia de hoje acordando mais cedo e às sete da manhã já estávamos deixando o hotel sem esperar o café e seguimos rumo a Curitiba. Quando pegamos a estrada que dá acesso a Rodovia Regis Bittencourt começou a fechar o tempo como não havia acontecido ainda. Parecia inverno e seguimos com muita atenção debaixo de uma chuva fina.
Ao entrarmos na Regis paramos no primeiro posto de serviço para tomar café e esperar que o tempo melhorasse. No estacionamento encontramos um casal, Gilmar e Rafaela, que vinha do Guarujá com uma Fazer 600 e com destino a Florianópolis. Conversamos um pouco, tomamos café e o mesmo nos convidou para descermos juntos até Curitiba. Logo em seguida parou o Marcelo, argentino de Buenos Aires que veio passar o fim de ano no Rio e ontem cruzamos várias vezes com ele no litoral paulista. O mesmo pilota uma BMW GS 1200 e nos perguntou se havia concessionária BMW em Curitiba pois estava com um pequeno problema em sua moto. Falei que sim e ele logo seguiu viagem. Quando nos preparávamos para sair chegaram mais dois motociclistas, o Macedo e o Bebezão, o primeiro de São Paulo com uma Shadow e o segundo de Taboão da Serra com uma XRL 125. Estão descendo para fazer a Serra da Graciosa e a Serra do Rio do Rastro e também nos convidaram para acompanhá-los. Agradecemos o convite pois já havíamos aceitado o do Gilmar.

Macedo, Gilmar, Rafaela, Janaína, Sandro e Bebezão.

Quando terminamos a conversa a chuva já havia passado e seguimos viagem juntos com Gilmar e Rafaela até a entrada de Curitiba, onde nos despedimos com o convite de nos juntarmos para fazer mais um trecho  a partir de Florianópolis. 


Na despedida dos novos amigos.

Entramos em Curitiba depois de uma da tarde e fomos procurar hotel. Banho tomado e roupa trocada saímos para um almoço rápido e começamos o passeio em um ônibus que faz um tour inteiro pela cidade.


Jardim Botânico - Curitiba

Museu do Olho - Curitiba

Ópera de Arame - Curitiba

Rua XV de Novembro - Curitiba

O começo do passeio foi interessante. Os ônibus que fazem o percurso são do tipo jardineira, de dois andares. Antes de chegar ao Jardim Botânico começou uma pancada de chuva, daquelas de verão, e uma família começou a animar o ambiente. De repente o puxador da brincadeira grita: "puxa motô" e ai não teve jeito. Janaína disse: "Eles são de Salvador". Conversa vai conversa vem, ele se chama Gilson Presídio, me disse que já foi a Paulo Afonso, conhece muita gente de lá e é amigo do pai de Felipe que trabalha comigo.
Bem pessoal. Por hoje é só e amanhã nosso destino é Florianópolis. Vamos esperar que o tempo deixe.
Agora vamos dormir que não somos de ferro.







segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

09.01.2012 - 6° dia - Ubatuba a Peruíbe - 315 km

Hoje eu quero começar lembrando dos amigos de encontro dos sábados a noite. Zerado e Lindomar, Wyle e Cíntya, Bastos e Totô, Veinho e Veinha e Vila Nova e Lúcia. O tempo todo lembramos de vocês e queríamos que estivessem ao nosso lado compartilhando esses momentos.

Quando preparávamos a bagagem na moto para saírmos, encontramos dois casais e um veio conversar conosco. Ele se chama Sandro e tem uma loja de motos em São José do Rio Preto - SP, está em uma Bandit 1250 e a esposa acompanha o outro casal no carro. Trocamos idéias e depois saímos em direção ao sul.
A medida em que seguíamos o trânsito ficava insuportável nas travesssias de cidades com engarrafamentos quilométricos. Pouco depois das onze da manhã chegamos a São Sebastião e resolvemos ir a Ilhabela visitar uma pessoa que tem tudo para virar uma lenda. É o brasileiro que no ano passado foi ao Alaska em uma motocicleta KTM 990 e acredito que bateu o recorde de tempo para atingir o objetivo. Chama-se Adriano e acompanhei de garupa  toda a sua viagem através do seu blog http://ilhabelaalaskailhabela.blogspot.com/  . Ele é o proprietário da Pousada Perequê que fica na ilha e que nos recebeu muito bem. Nos convidou para almoçar e conversamos bastante. Gente muito boa. Uma figura o Adriano.

Sandro, Janaína e Adriano.

Na travassia de volta da balsa encontramos com o José e o Anderson. O José nos perguntou se estávamos vindo de Paulo Afonso e disse conhecer não só a nossa cidade como toda a região. Ele viaja bastante no Brasil e nos deu dicas importantes para a nossa viagem. Apesar de ter trazido o GPS não o utilizamos ainda. Esses papos com as pessoas que vamos encontrando pelo caminho nos tem sido muito valiosos.

Na travessia Ilha Bela a São Sebastião.

Sandro, José (de branco) e Anderson.

Por volta das três da tarde seguimos para a conclusão da missão de conhecer a rodovia  Rio-Santos.
Wyle, ontem e hoje economizei muito os pneus da moto. São curvas e mais curvas. Hoje, próximo de Maresias pegamos uma subida que vi carros 2.0 sofrerem para subir. Quando descemos a serra Janaína disse que ficou com pena da moto. Valeu a pena, a Rio-Santos é uma das mais belas estradas por que já passei.
No final da tarde paramos para comer o pastel de palmito no trevo de Bertioga, uma sugestão do José. Aconselho a quem fizer o mesmo pedir um para dois pois quebranos a cara pedindo dois já que são muito grandes.
Contornamos Santos por Cubatão e chegamos a Peruíbe, onde vamos pernoitar para amanhã cedo decidirmos a nova missão. Acho que vai ser Curitiba no Paraná.
Carlos Alberto e Felipe, sempre lembro de vocês pelas palavras de apoio antes e durante a viagem. Tenham também a certeza de que estão viajando em nossos corações.



08.01.2012 - 5° dia - Rio de Janeiro a Ubatuba - 353 km

Conforme comentei anteriormente, o clima de férias chegou e não quer ir embora Ainda bem. Saímos do Rio de Janeiro depois da 8 da manhã. Estava havendo uma prova de ciclismo e o caminho conhecido, pelo aterro do Flamengo estava fechado e o trânsito desviado. Mas nada que não pudesse ser resolvido com perguntas a dois operadores de tráfego que nos orientaram muito bem. Nisso o carioca parece com o baiano.
Tomamos a Av. Brasil com um trânsito bom e seguimos até cansar quando vimos a placa indicando Angra dos Reis, a nossa próxima parada. Quando chegamos em Mangaratiba tudo aquilo que me contaram, apareceu na nossa frente. Imagens deslumbrantes de mata de um lado e o Oceano Atlântico do outro por todo o caminho. Diferente do litoral norte que tem muitas praias abertas, ilhas e mais ilhas iam aparecendo durante o percurso.

Mangaratiba - RJ

Caminho para Angra


Chegamos em Angra dos Reis ainda com o tempo nublado e entramos para conhecer a cidade. Que maravilha é o nosso País. Em cada canto Deus o marcou com uma beleza diferente pra ninguém ficar reclamando. Mais um pouco ao sul da cidade encontramos a Usina Eletronuclear de Angra.



Angra dos Reis - RJ

Usina Eletronuclear de Angra.


Em seguida partimos em direção ao sul do Rio e chegamos a Paraty onde o sol resolveu dar o ar da graça e quase nos derreteu. Diferente das outras cidades, é uma cidade pequena, porém respira turismo. Encontramos pessoas de todas as partes do mundo. O centro histórico é maior do que imaginei. Parece muito com os das cidades históricas de Minas Gerais, só que totalmente plano e muito bem cuidado. Um exemplo que deveria ser seguido por outras cidades do Brasil.




Paraty - RJ

Concluída a visita a Paraty, seguimos rumo ao Estado de São Paulo. Próximo da divisa começou uma chuva fina e paramos para almoçar. A chuva continuou e com ela seguimos viagem. Quando fotografamos a placa da divisa, três casais de Taubaté passaram por nós em motos custom e seguimos com eles até Ubatuba quando o trânsito começou a ficar complicado com a volta do final de semana para a capital e com a pista molhada resolvemos entrar na cidade e procurar hotel.
Na recepção do hotel encontramos outro motociclista fazendo seu chek-in. É o Alexandre de Campinas-SP que está subindo numa Tenereé 250. Jovem bastante simpático que depois trocou algumas experiências conosco.
Depois de hospedados, a chuva deu uma trégua e saímos para conhecer Ubatuba. Fotografando, conhemos um casal de Araraquara, Marcos e Josi, que se ofereceram para nos fotografar juntos e retribuimos a gentileza. Em seguida conversamos bastante e saímos com o convite para na volta passarmos em Araraquara e co eles ir comer as famosas coxinhas de Bueno Andrada. Ficamos morrendo de vontade. Vamos ver se dá tempo. Na volta para o hotel convidei Janaína para comer uma pizza e em homenagem aos nossos amigos Rogério e Carmem, de Salvador, pedimos uma Margherita.

Divisa de estados - Rio de Janeiro e São Paulo


Ubatuba-SP

Depois da pizza a chuva voltou e fomos para o hotel para atualizar o blog, mas a chuga ficou forte e a internet apresentou problema não deixando que déssemos notícias. 







sábado, 7 de janeiro de 2012

07.01.2012 - 4º dia - Rio das Ostras ao Rio de Janeiro - 263 km

Hoje o rítmo foi menos rodado e mais visitado. Como fomos dormir tarde, acordamos mais de sete horas com um dia muito bonito. A pousada é uma graça. Quando percebemos estávamos dentro da cozinha. Eu comia frutas ali mesmo enquanto a dona preparava o restante do café e o Alexandre, outro hóspede, já cozinhava desde cedo. Parece aquelas casas de muita gente. A impressão é de que já nos conhecíamos há anos. Depois do café aproveitei para tirar um pouco da sujeira da moto na pousada mesmo e em seguida partimos para conhecer Búzios.

Na foto acima, na hora da despedida, Souvenir, a dona da Pousada Nosso Lar, seu irmão Marcos e o Alexandre, o hóspede mestre cuca. Novos amigos que fizemos pelo caminho.

Na saída para Búzios pegamos o trânsito um pouco lento, afinal em um sábado do mês de Janeiro não se poderia esperar outra coisa. Na entrada de Buzios o movimento estava ainda maior. Mas valeu a pena conhecer. Pra todo lado que se olha se respira o clima de praia.

Na Rua das Pedras em Búzios.

Janaína queria continuar de navio, mas a convenci que de moto era melhor.

Depois de conhecer Búzios seguimos para Cabo Frio e já estava bem quente quando aproveitamos para almoçar e depois conhecer as praias e a cidade. Impressionante o tamanho das cidades praieiras do litoral norte fluminense. São cidades grandes com uma boa infraestrutura.

Uma das praias de Cabo Frio.


Que tal um quintal desses?

São Pedro da Aldeia foi a terceira cidade a conhecer hoje. Lá visitamos a Casa da Flor, construída durante mais de sessenta anos por Gabriel dos Santos, hoje comparado ao arquiteto Catalão Antoni Placid Gaudi. Aquela casa que aparece sempre na televisão.



Casa da Flor.

Após visitarmos São Pedro da Aldeia seguimos para o Rio de Janeiro com a intenção de atravessar a ponte e pousar em uma cidade próxima.
Ontem nos sentimos enganados ao pagar dois pedágios. Um antes e outro depois da cidade de Campos, ambos de R$ 1,40, numa estrada que não recebeu nenhuma benfeitoria para isso. Asfalto irregular e todos outros defeitos que vi a cinco anos atrás. Mas, se ontem não gostamos, hoje foi bem pior, pois pagamos um pedágio de R$ 7,85 e outro de R$ 1,40 para rodar pouco mais de 120 quilômetros entre São Pedro da Aldeia e Rio de Janeiro. São os absurdos do Brasil. Pelo menos a estrada de hoje era duplicada e em boas condições.
Tive muito medo quando me aproximei do Rio pela quantidade de pipas que vi serem empinadas na região de São Gonçalo, próximas da pista. Não eram menos que cem e o cerol é uma ameaça a qualquer um.
Entrar na ponte Rio-Niterói pilotando uma moto foi algo emocionante para mim. Quando vi o Cristo, o Pão de Açúcar e a Baía da Guanabara não pensei duas vezes e ao invés de seguir a Av. Brasil rumo a Angra, tomei o rumo da cidade e mais uma vez fui curtir essa que também acho uma cidade maravilhosa.

O Moto Família Águia Livre deixando marcas pelo caminho.


Entrando no Rio.
"No Corcovado o Redentor".

Com o Pão de Açúcar ao fundo.

"Um chope pra distrair"

Neto, amanhã tem mais. Logo cedo pegaremos a Rio-Santos. Os amigos estão sempre sendo lembrados por onde passamos.








sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

06.01.2012 - 3º dia - João Neiva a Rio das Ostras - 497 Km

Nada como um dia atrás do outro com uma noite no meio. O dia de ontem teve chuva, a noite teve um bom descanso e o dia de hoje foi encoberto com o sol aparecendo somente no final da tarde.
Parece que hoje começamos a entrar no clima das férias pois acordamos mais tarde e enquanto tomávamos o café vimos na tv o estrago que a chuva fez em Vitória. Saímos do hotel às 8 horas. Pouco depois estávamos passando pela capital capixaba e enfrentamos um tremendo engarrafamento.




Paisagens do Espírito Santo.

Quando chegamos na entrada de Cachoeiro do Itapemirim lembrei que tinha prometido a Janaína que um dia voltaria com ela para que pudesse ver a casa onde nasceu Roberto Carlos e que quando passamos da última vez foi num domingo a tarde e só pudemos ver por fora. Hoje cumpri minha promessa.

"Relembro a casa com varanda..."



Tocando no piano que o Roberto tocou

Entramos no estado do Rio de Janeiro e é interessante como a paisagem muda.

Divisa dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro.


Paisagens do Rio de Janeiro


 Seguindo viagem mudamos nosso destino inicial que era descer direto para o Rio de Janeio e seguir para o litoral sul. Na noite de ontem conversando com o amigo João Alano, de Maceió, o mesmo nos aconselhou a conhecer também o litoral norte, a região dos lagos.
Saímos da BR-101 e entramos em Macaé.

Macaé. A capital Nacional do Petróleo.

Depois de conhecer Macaé seguimos para Rio das Ostras quando começou uma leve chuva e ai não dava pra tomar esse tipo de banho dois dias seguidos.
Na primeira pousada que paramos vimos umas dez motocicletas grandes estacionadas e não havia vaga.
Na segunda pousada encontramos um único apartamento disponível onde estamos para descansar por hoje e ficamos até meia noite conversando com a dona, sua mãe, uma simpática senhora de 82 anos e um outro hóspede que foi para acozinha fazer a janta. Gostamos muito de tudo.
O nome da pousada é "Nosso Lar".
Amanhã traçamos o novo roteiro. Provavelmente seguindo para Búzios, Cabo Frio e São Pedro da Aldeia.





quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

05.01.2012 - 2º dia - Itabuna a João Neiva - 680 km

Acordamos a mesma hora de ontem. Costume de acordar cedo para trabalhar. Às 6:30 hs estávamos saindo do hotel, em Itabuna, ainda na Bahia, para mais um dia de viagem.
Depois de rodarmos uns 200 quilômetros, as nuvens começaram a anunciar o que a televisão vem mostrando. Uma nuvem bastante carregada nos esperava. Por sorte, quando a encontramos já estava no seu final de passagem pela estrada e apenas um leve chuvisco nos pegou seu traumas. Quem não gostou foi a M800 que começou a ficar suja e por saber que o dono não gosta de vê-la desse jeito. Fazer o que? Se quer moto limpa deixa na garagem e não é isso que queremos.
Em um dos abastecimentos liguei pra minha sobrinha Simone em Minas pra matar a saudade e quem sabe na volta passamos por lá?
Tocamos bem e cedo entramos no Estado do Espírito Santo.


Divisa de estados Bahia-Espírito Santo


Rodamos mais um pouco e programamos abastecer novamente e almoçar em Linhares. Faltando 30 km para o destino começamos a cansar e resolvemos antecipar a parada. Sábia decisão?


Não sei se era maior a fome ou o cansaço.

Durante o almoço o tempo fechou de vez e começou a cair uma tremenda chuva. Ficamos uma hora e meia esperando passar e nada de a chuva dar uma trégua. Será que acertamos em parar 30 qilômetros antes?

Olha a situação da M800 na chuva.

Quando a chuva começou a passar e os carros limparam o excesso da água na pista começamos a rodar. Cinco quilometros depois a chuva nos pegou de jeito. Vi que era só uma nuvem e não colocamos as capas e cinco quilômetros depois a chuva passou.
Chegamos em Linhares e o que vimos? Não tinha chovido na cidade. Se tivessemos rodado mais um pouco teríamos nos livrado da chuva.
Rodamos mais 30 quilômetros e o céu resolveu abrir a torneira de vez. A chuva caiu e não deu mais tempo colocar as capas. Chegamos em João Neiva encharcados, encontramos a última vaga no hotel pois mesmo os que viajam de carro resolveram parar também. Tomamos uma ducha quente, fizemos um lanche, estamos dando notícias e daqui a pouco vamos dormir para esperar o dia de amanhã.

Na postagem de ontem esqueci de comentar um fato engraçado. Quando paramos para abastecer, minha garupa anota a quilometragem, litros abastecidos e valores. No momento em que liguei a chave para ver a quilometragem do hodômetro foi necessário levantar o pé de apoio e como Janaína estava do lado esquerdo da moto, coube a ela essa tarefa. Quando concluímos, eu, do lado direito, soltei a moto que foi caindo em câmera lenta. Eu sem apoio para segurar e Janaína sem força. A moto foi ao chão. Chamei um rapaz para me ajudar a levantá-la e estou super satisfeito com o alforge pois protegeu direitinho. Não houve um único arranhão.
Quando levantamos a moto começamos a rir e por trás da gente chegaram duas senhoras sorridentes dizendo: Lindo, vocês estão muito bonitos nessas roupas, a moto está linda, está tudo lindo, mas tenham muito cuidado. Deus proteja vocês pelas estradas.
Elas são evangélicas e estavam em um ônibus de excursão

Por hoje é só. São poucas fotos porque a chuva não permitiu mais que isso.
Se foi certo ou errado parar antes de Linhares, Deus sabe tudo e nos queria descansando hoje em João Neiva.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

04.01.2012 - 1º dia - Paulo Afonso a Itabuna - 720 km

A noite de sono foi até tranquila comparando com outras antes de realizar uma viagem.
Às 5 da manhã, estávamos de pé concluíndo  a arrumação da bagagem.
Enquanto Janaína cuidava de umas tarefas, eu cuidava da moto, até que às 6 hs, ainda escuro por causa do horário de verão, estávamos na porta saíndo para a nossa viagem de férias.

A viagem transcorreu traquila durante todo o dia de hoje. Debaixo do capacete a cabeça era só pensamentos. Incrível como a gente pensa quando viaja de motocicleta. Passei pelo planejamento, pelas palavras de incetivo dos colegas e mesmo no início da viagem a certeza que nós podemos fazer acontecer.
Após rodar 180 km paramos para comer uma tapioca com café em Ribeira do Pombal (Janaína só quis o café) e depois abastecemos a moto para seguir viagem.


A parada para o café com tapioca.

Janaína em frete a Usina de Pedra já com saudade do trabalho.

Estamos descendo rumo ao sudeste pela BR 101. Passamos por aqui há 5 anos e dá pra ver como aumentou o trânsito principalmente por ser mês de férias de muita gente. Vemos muitos carros com placa de São Paulo subindo para visitar os familiares no nordeste e muitos já descendo depois das festas de fim de ano, mas o trânsito está tranquilo, fluindo bem.
O  nosso objetivo é fazer o percurso pela Rio-Santos (BR-101) e ai é que vai realmente começar a fase de conhecer novos lugares como Angra dos Reis, Paraty, Ubatuba e outras cidades litorâneas.
Vamos ver se o tempo deixa, pois prá lá, parece que tem chuva. Estamos na torcida por São Pedro.
O complemento do percurso vamos definindo depois.

Uma parada para saborear uma doce laranja.


Paisagens para desestressar qualquer um.


Muito bem pessoal. Agora é descansar que amanhã tem mais. Se no próximo hotel tiver internet a gente posta mais, se não, depois damos mais notícias. Um abraço a todos.